Desafio Mecatrônico recruta competidores

É amante da tecnologia, gosta de trabalhar em equipe e tem conhecimentos em robótica?! Saiba que tem novidade vindo por aí: um campeonato em formato de hackthon, que exige dos participantes a elaboração de um protótipo como solução a um problema apresentado, a partir de uma aplicação de Inteligência Artificial.

Atividade acadêmica que movimenta a programação  do próximo Congresso de Ciência e Tecnologia da  universidade, a oitava edição do Desafio Mecatrônico 2020 (DEMEC) recebe inscrições de competidores até às 18 horas desta quarta-feira, 21 de outubro,  que podem ser realizadas pelo site oficial do evento https://demecpucgo.wixsite.com/website

“As edições anteriores do DEMEC eram desafios de carrinhos seguidores de linha, luta robô e inovação. Contudo, com a presente situação da pandemia, foi necessária uma adaptação para o sistema on-line”, informa a estudante do curso de Engenharia de Controle e Automação, Thais Lima Rodrigues da Cunha, da comissão de divulgação do evento.

Como funciona o desafio?

Neste ano, a competição será dividida em cinco etapas e terá a duração de 24 horas. Durante esse tempo, os estudantes precisam apresentar o tema do projeto, discutir as ideias em equipes, formular o protótipo e, por fim, gravar um vídeo demonstrando a solução do desafio, conforme as normas técnicas exigidas. A apresentação final ocorrerá no dia 23 de outubro, a partir das 9 horas, pela plataforma Microsoft Teams. Os detalhes de cada etapa, assim como as exigências para a elaboração do vídeo estão descritos no edital da competição, disponível no site mencionado.

Os trabalhos serão apreciados por uma banca examinadora da universidade, que irá avaliar os vídeos apresentados, assim como o impacto, qualidade técnica, criatividade e viabilidade do protótipo sugerido pelos participantes.

O evento, que é uma iniciativa da Liga Acadêmica da Engenharia de Controle e Automação (Laeca), em parceria com a coordenação do curso, conta com o apoio e patrocínio de empresas da área de automação e tecnologia, onde atuam egressos da universidade em linha de frente. Essa relação entre acadêmicos e profissionais da área tem rendido frutos para ambos os lados, já que representa uma aprendizagem para os alunos e, ao mesmo tempo, revela talentos para o mundo do trabalho.

Premiação

Os três primeiros colocados do Desafio Mecatrônico serão contemplados com premiação em dinheiro e kits arduíno. Vale destacar que o desafio é aberto para estudantes da PUC Goiás e de outras IES. Leia o edital completo da competição aqui.

Empresas de olho em novos talentos

O ex-aluno Glauber Andrade Ribeiro, sócio-diretor da Offworks Automação, patrocinadora do evento, ressalta que participar do Desafio Mecatrônico e outras atividades além da sala de aula são um diferencial no currículo do estudante. “A gente percebe que 90% dos alunos que participam desses eventos são mais interessados no curso. Isso mostra que a pessoa tem pró-atividade e está correndo atrás . É um candidato que já sai na frente “, pontua o egresso da universidade que, durante a trajetória no curso de Engenharia de Controle e Automação, também se destacou por exercer papel de liderança na atlética e centro acadêmico.

François Fernandez, diretor executivo da Preciso Tecnologia, outra empresa que investe na iniciativa, também destaca a relevância da relação teoria-prática para potencializar a chance de ingresso e permanência no mercado de trabalho. “A PUC prepara excelentes profissionais, com forte conteúdo teórico e também prático, mas considero primordial para a empregabilidade dos novos formandos a aplicação dos seus conhecimentos na área real, prática, juntando todo o conhecimento adquirido nas aulas com a realidade do mercado”, reflete.

Ao mesmo tempo, manda um recado aos jovens que estão iniciando carreira: “não saiam da faculdade sem ter aplicado seu conhecimento em empresas, e façam valer como experiência”.

François também informa aos formandos que os programas de estágio da empresa permitem aos gestores garimpar talentos, com inúmeros casos de contratação no final da formação. “Dentre os que não ficam, tenho certeza que ajudamos a melhorar sua empregabilidade. Sou amigo de muitos antigos trainees que fazem sucessos em empresas de tecnologia, “, afirma o gestor, que também é formado em Automação Industrial na França, sua terra natal, e pós-graduado em Engenharia de Qualidade pela USP, com especialização em Eficiência Energética e Gestão da Inovação.

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