Interprofissionalidade: o desafio da saúde pública


A formação em saúde acompanha as mudanças do setor. Não existe mais a ideia de um profissional de saúde que trabalha sozinho e pra isso a interprofissionalidade é um desafio já no ensino superior. 

O debate sobre a integralidade no atendimento à saúde fez parte do 3º Ciência em Casa. Evento realizado pela Escola de Ciências Sociais e da Saúde da PUC Goiás, no dia 11 de maio, trouxe à tona a discussão sobre as práticas que integram os profissionais de saúde no atendimento aos pacientes. A live foi realizada na plataforma Microsoft Teams. 

A doutora em Enfermagem Bárbara Souza Rocha compartilhou sua experiência na área de Saúde Coletiva e Promoção da Saúde. Além de conselheira municipal de Saúde, ela também é professora no Mestrado Profissional em Ensino na Saúde da UFG. A interprofissionalidade deve promover relação interdependente entre os profissionais de saúde, de diferentes áreas, no mesmo ambiente de trabalho privilegiando a colaboração e a busca do objetivo comum. A defesa desta mudança na saúde pública é que a atenção oferecida à população será mais integral. 

Para isso, nutricionistas, psicólogos, enfermeiros, médicos e outros profissionais da área devem atuar juntos. E isso deve começar na universidade. É o que explica a professora Aline Castro, nutricionista e responsável pela live. “É um assunto que possibilita que membros de duas ou mais profissionais atuem juntos, aprendendo uns com os outros, e a partir de colaboração mútua melhorar os resultados da saúde”, explica. 

Hoje, o curso de Nutrição integra a Escola de Ciências Sociais e Saúde na PUC, onde outros cursos da área também são ministrados. Desde a formação das escolas, o objetivo foi integrar os estudantes, não só nos espaços físicos, mas também na formação acadêmica.

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